Cinco atitudes que vão te ajudar a emagrecer

Você é o tipo de pessoa que vive tentando fazer dieta, mas que não consegue terminar nenhuma ? Então vocês está no post certo. Eu também já fui esse tipo de pessoa e posso garantir que não é nada fácil mudar hábitos que sabotam a nossa dieta. Pensando nisso, o blog separou algumas atitudes que podem ajudar muito a perder peso. 

 1 - Diminua a quantidade de carne que você consome diariamente . Acredite, isso vai te ajudar muito a perder peso. Principalmente se você tem o hábito de comer carnes processadas como: salsichas, calabresa, linguiça, mortadela, hambúrguer e por ai vai. Tente diminuir o máximo possível e substitua a carne de porco por carne bovina em cortes mais magros ou por frango.

 2 - Crie pratos bonitos e coloridos . Isso já foi cientificamente provado, as pessoas comem mais felizes pratos bem elaborados e esteticamente bonitos. 
 3 - Fuja dos sabotadores . Sim, eles existem, as vezes nem é por maldade mas essas pessoas fazem muito mal para a sua dieta. Sabe quando a sua mãe fica com dó de você e faz aquele almoço cheio de gordices em plena segunda feira ? Ou então aquela amiga que não te chama pra nada mas quando você começa uma dieta ela logo trata de fazer um bolão de chocolate e te chama pra comer ? Ou o seu namorado ou namorada te mandam chocolates de presente ou pedem pizza pra assistir aquele filme ? Então, essas pessoas estão sabotando a sua dieta e isso te prejudica muito.

 4 - Tome bastante liquido . Isso é regra não só para quem quer emagrecer, mas pra todo mundo que tem um pouquinho de amor pelos rins, pele e cabelo. Tente tomar pela manhã, assim que acordar um copo cheio de água fresca (250 ml é o ideal). Sempre que você for ao banheiro e eliminar líquidos, tente repor, tome água, sucos naturais e frutas. Fez xixi ? Então passe pela cozinha e tome algum liquido.
 5 - Pare de comer bolacha/ biscoito recheada , isso varia de organismo e metabolismo de cada um, mas essa simples atitude vai te ajudar muito. Você pode não saber, mas comer um pacote de bolacha, dessas tipo Oreo, Negresco, Bono, Passatempo, equivale a 30 gramas de óleo, 5 colheres de açúcar e oito pães franceses, O-I-T-O gente, é muita coisa. Ninguém senta na mesa para o café da manha e come oito pães de uma vez, mas, comendo um pacote de bolacha recheada é isso que você vai indiretamente consumir.
Bom pessoal, tudo é uma questão de escolha. Emagrecer não é fácil e você não vai conseguir isso de uma hora para outra. Mas acredite, esses cinco passos já vão te ajudar bastante. Por experiência própria e sem fazer nenhum tipo de exercício físico já consegui emagrecer 2 quilos em 1 mês. Continuo comendo coisas gostosas, não passo fome nem deixo de me divertir por isso, apenas decidi que queria mudar. Lembrando que o blog não está fazendo culto ao corpo perfeito, apenas divulgando experiências pessoais para quem assim como eu precisa emagrecer, por saúde ou simplesmente por estética. Um beijo e até o próximo post. 

Conheça o estilo Boho e saiba como usar


O estilo boho é uma mistura incrível de vários outros estilos como o: Vintage, Folk e Country, porém o mais influente é o Hippie. As roupas são bem características e marcadas pelo conforto e liberdade, tanto nas peças quanto nos tecidos. O estilo boho vai além do modo de se vestir, ele reflete diretamente o estilo de vida de quem o adota, por isso é muito comum encontrarmos pessoas vestindo peças Boho em festivais como: Lollapalooza e Tomorrowland. Confira alguns looks e inspire-se.
Os tecidos geralmente tem um caimento bem leve, com bastante movimento e cores solidas. As peças são harmônicas e quase sempre com franjas e mangas longas.
Os acessórios também são essenciais no estilo Boho, sempre em tons marrons ou em mix de cores vibrantes. As bolsas em geral tem aspectos rústicos com franjas, mas também é comum encontrar peças Boho com estamparia étnica. Confira alguns modelos de cintos, bolsas, óculos e chapéus:

Espero que tenham gostado do post. Comentem se vocês usam esse estilo, se gostam e se tem algum item Boho no armário. 

Resenha: Uma curva no tempo


Sinopse:
"A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona? A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?"
Autor (a): Dani Atkins | Ano: 2015 | Gênero: Romance | Classificação: ★ ★ ★ ★ ★

Faz quase um ano que tenho esse livro em minha estante e não tinha coragem de ler, quando comprei me pareceu maravilhoso, mas depois fui perdendo o interesse. Agora que já li posso dizer que ele é muito parecido com a história de "Se eu ficar", porém com um pouco mais de drama. Eu lia cada página imaginando um filme estrelado por Ansel Elgort e Chloe Moretz. Enfim...O livro gira em torno de Rachel, uma jovem cheia de sonhos e planos. Ela aproveita o último ano do ensino médio ao lado do namorado e de seus amigos, incluindo o mais importante deles: Jimmy. Todos estão ansiosos para seguirem caminhos diferentes e partirem para a universidade, o que infelizmente acabaria separando o grupo. Antes que o ensino médio termine, eles decidem se reunir em um restaurante para conversar e se divertir, porém é nesse dia que um terrível acidente acontece e destrói sonhos, planos, amores e rouba a primeira vida de Rachel. 
 A autora faz um salto de cinco anos na história e nos apresenta uma nova Rachel. A partir desse ponto o livro se torna doloroso e muito melancólico, nos arrastando para um poço de incertezas e lembranças que são narradas pela personagem principal.  Ela sobrevive ao acidente e tem a terrível missão de conviver com a morte de seu melhor amigo. Impossível passar por essa parte sem se comover com a forma que a jovem conduz a sua vida, perdida em tanta tristeza sem nada para se agarrar. Apesar da fase ruim, o destino concede a Rachel uma segunda chance por meio de um evento que não posso explicar, mas que caminha entre o sobrenatural e o Divino. Agora tudo está diferente, ela tem o emprego dos sonhos, nada de ruim abalou seus planos e o mais inacreditável: Jimmy está vivo. Porém nada consegue convencer Rachel de que isso é real, mesmo sendo tudo o que ela mais queria. A história fica cada vez mais interessante nos fazendo criar teorias malucas para explicar o que está realmente acontecendo na vida da pobre moça. O desfecho do livro é um golpe em qualquer coração, mesmo aqueles que já estão acostumados com a crueldade do mundo real.

Sobre a história é só isso que posso dizer antes de começar a dar grandes spoilers, mas sobre a lição que ele nos entrega em forma de lágrimas, posso concluir que: R-E-S-I-L-I-Ê-N-C-I-A é tudo. A arte de se levantar depois de duros golpes do destino não é para qualquer um. O livro expõe isso de uma forma muito sutil através de um romance adolescente, bem clichê eu confesso, mas que pode nós ensinar muito. O livro não é religioso nem de auto ajuda, mas ele me despertou para a forma como conduzimos nossos sentimentos e expectativas em relação as pessoas.  As vezes nos apegamos tanto, amamos tanto, entregamos tudo que temos a alguém que, se um dia esse alguém partir não nos restará nada, ficaremos sem chão, sem rumo e sem forças para seguir. 

Você vai gostar se: Ler até o final e ser fã de romances açucarados;
Não vai gostar: Se detestar excessos de dramas e clichês;
Tem na história: Amigos, tragédias, romance, reflexões e suspense

Bom, é isso pessoal, espero que tenham gostado. Se vocês já leram o livro, deixe aqui nos comentários um pouco da sua experiência e se indicaria pra alguém. Beijos. 

Como usar Trench Coat nesse inverno

Ta frio ai ? Porque aqui ta muuito frio e hoje quero mostrar pra vocês dicas de como usar o Trench Coat, aquele casaco mais compridinho geralmente na altura do joelho, popularmente chamado de sobretudo. Lembrou ? Então, por aqui na terra do impeachment nós não costumamos usar muito ele, já que o nosso inverno não é tão rigoroso quanto na Europa por exemplo. Porém, nada nós impede de usar essa peça tão elegante, basta tomar alguns cuidados básicos. Para ajudar, o blog separou alguns looks e dicas:  
Não invista muito dinheiro em algo que você não conhece, pois você pode não gostar muito do resultado e acabar abandonando a peça, e isso não é nada bom. Se você não tem costume de usar esse tipo de casaco, compre um que não seja tão chamativo, evite modelos com ombreiras e procure por cores neutras entre o preto e o marrom claro. Essas cores são típicas de inverno, com certeza você não vai estar pagando nenhum mico. Se você estiver em dúvida sobre como usar ele, coloque sempre uma calça jeans, o resultado fica incrível e vai te deixar muito mais segura na hora de sair com o look na rua. Além disso, outra dica válida é usar blusas básicas, sem muitas estampas e cores.
Combinar o trench coat com vestidos e saias vai te deixar muito mais delicada e romântica, principalmente as saias com um caimento mais rodado e de cintura alta. Outro ponto positivo nessa combinação é o alongamento da silhueta nos deixando aparentemente mais magras. Os sapatos também ajudam muito, por isso combine sempre com botinhas de cano curto, sapatilhas ou ankle boots. 

Os trench's também ficam lindos com shorts, mas é sempre bom usar o bom senso antes de qualquer peça de roupa. Não fica legal sair por ai em um dia super frio usando um shorts super apertado que estrangula as suas coxas. Use essa combinação naqueles dias em que o sol aparece mas não o suficiente pra te fazer suar e derreter toda. 
E nada melhor do que ter uma celebridade de referência né ?! Pois bem, quem assiste a série Glee sabe que a personagem Rachel Barry, interpretada pela atriz Lea Michele é a rainha dos Coat. Além de serem usados durante vários episódios, eles também fazem parte do armário pessoal da atriz. Quem também estava sempre usando trench's lindos era Serena e Blair na série Gossip Girl.
E pra finalizar temos as lindas blogueiras e youtubers brasileiras que estão sempre arrasando. Camila Coelho, Bruna Vieira e a Nah Cardoso. Lindas né ?
Bom meninas, por hoje é isso, espero que tenham gostado do post e que ele sirva de inspiração para vocês. Deixem ai nos comments o que vocês acharam dos looks, se vocês tem e como usam o trench coat. Beijinhos e curtam a Fan Page do Blog e sigam no Insta para mais dicas legais. 

Viajando pelo Brasil: Chapada Diamantina


Localizada no coração da Bahia, a Chapada Diamantina é considerada um oásis em pleno sertão nordestino, com temperaturas amenas e reduto para diversas nascentes. Formada por dezenas de municípios, com quase 40 mil km², a região foi desenhada ao longo de bilhões de anos, quando as chuvas, os ventos e o rios esculpiram as rochas, criando vales e montanhas. Com toda certeza um dos destinos mais procurados por aventureiros do Brasil e de outros países. As opções são muitas, por isso o blog separou alguns lugares bem famosos da região para que você veja a beleza do lugar.

 Gruta do Castelo 

 Vale do Pati  

 Cachoeira do Buracão 

 Pico das Almas  

 Poço encantado 
Impossível não se apaixonar pela beleza da Chapada Diamantina. Mas antes de viajar é importante perceber que a região é de serra, com muita inclinação e vegetação silvestre intensa, por isso vale a pena se preparar antes pois, os passeios vão exigir muito esforço físico. Outro ponto importante durante a viagem é  contar sempre com a presença de um guia registrado nas agências de turismo local. Todas as fotos usadas na postagem estão disponíveis no site Guia da Chapada Diamantina, por lá é possível encontrar muitas dicas de pousadas, transporte, guias e alimentação. Espero que tenham gostado e até o próximo post sobre lugares incríveis para conhecer aqui no Brasil. 

Indicação de filme: O Quarto de Jack


Oi pessoal, tudo bem com vocês ? Eu espero que sim. Hoje eu quero falar sobre um filme que eu assisti recentemente. O Quarto de Jack é uma adaptação do livro Room, escrito por Emma Donoghue, que eu ainda não tive a oportunidade de ler, infelizmente. Em geral eu evito assistir um filme antes de ler o livro (quando é uma adaptação), mas nesse caso específico eu não consegui. O filme foi aclamado pelos críticos, principalmente pela atuação de Brie Larson e Jacob Trembley, além disso o longa foi indicado ao Oscar e ganhou na categoria de Melhor Atriz. Bom, esse post não é bem uma resenha, na verdade eu gostaria de deixar aqui algumas considerações sobre essa historia que me deixou no chão (literalmente). Gostaria de avisar que esse texto contém muitos spoilers

O filme conta a história de Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay), ambos moram em um pequeno quarto construído nos fundos de uma casa por um sequestrador. Jack é uma criança de cinco anos, muito esperta e aparentemente "feliz", ele e a mãe passam o dia todo presos, limitados a ver o que acontece no mundo por uma televisão e uma pequena claraboia no teto do cômodo. O pequeno Jack nasceu no quarto e nunca saiu dele, ele acredita que as arvores, os pássaros e até mesmo as pessoas só existem dentro da TV e não faz a mínima ideia do que é o mundo real. 

Joy como toda boa mãe tenta de todas as formas manter o filho seguro e feliz, apesar de todas as limitações. No entanto, depois de tantos anos, ela está desgastada e inconformada com a vida e o modo com que o filho está crescendo. Os dois recebem a visita frequente do responsável pelo sequestro e abuso sexual de Joy, que no filme é identificado apenas como Velho Nick. Apesar de parecer doentio, não é raro encontrar relatos de vitimas que se apaixonam por seus carcereiros e que acreditam que eles são capazes de retribuir esse amor, porém, no filme é possível perceber que Joy odeia profundamente o homem que a sequestrou e que o que ela mais deseja é afastar ele de seu filho.
O filme consegue explorar cada detalhe possível dentro do contexto em que a história se passa, o que deixa tudo ainda mais emocionante. Impossível não chorar, impossível não sentir a dor que atriz consegue passar nas cenas que interpreta. Uma delas é quando após criar um plano de fuga maluco e desesperado para sair do quarto, ela tem a difícil missão de fazer Jack entender que o mundo não é apenas o que eles conseguem ver pela TV, que as pessoas são reais, que ela tem uma família e que ele não veio do céu, mas que veio ao mundo depois de um abuso sexual.  Talvez esse seja um dos pontos que mais me chamou atenção no filme, fiquei tentando me colocar no lugar dela como mãe tendo fazer aquilo, destruir tudo que o filho acreditava e ainda coloca-lo em uma situação de risco para conseguir se livrar do maldito estuprador. Por outro lado tentei me colocar no lugar do garoto, descobrir de uma hora para a outra que existe infinitas possibilidades atrás daquelas 4 paredes. Impossível conter as lágrimas nesse momento. 
O plano de Joy funciona e eles conseguem ser resgatados pela policia. O resgate é outro ponto que me chamou muita a atenção, quem assistiu provavelmente percebeu como faz diferença ter uma mulher cuidando desse tipo de caso. Quando a policia encontra Jack pedindo ajuda na rua, o policial quase não da atenção para o que o garoto diz, porém a policial (mulher) começa a fazer perguntas relevantes para o garoto que mesmo respondendo coisas aparentemente sem nexo, faz com que ela decifre o caso e peça reforços para fazer uma busca nas proximidades. A policial teve muita sensibilidade para entender o que estava acontecendo, se fosse pelo cara ele simplesmente levaria Jack para a delegacia e sabe-se lá qual seria o desfecho da história. 
De volta ao lar, Joy tem a difícil missão de retomar sua rotina, sua vida, seus amigos, entender o que aconteceu com a sua família enquanto ela estava sequestrada. Nessa questão o filme também ganha mais um ponto, ele reforça a importância de se ter uma família unida e bem estruturada em um momento desses. O filme explora a raiva que o pai de Joy tem do filho dela, pois ele sempre relaciona o garoto ao sequestrador e isso começa a revoltar a jovem. Apesar de entender a raiva do pai de Joy, eu só consigo pensar que ele deveria ter visto Jack como a única coisa boa que restou desses anos sombrios e terrivelmente dolorosos para a família dele, pois isso além de ajudar na recuperação dela, ainda uniria a família. Pena que isso não aconteceu. 
O tempo passa e Joy aos poucos começa a entender tudo o que está acontecendo e as mudanças que ela precisa fazer em sua vida. Jack por outro lado se sente cada dia mais animado com a vida fora do quarto, tudo é novidade para o garoto que narra suas emoções e expectativas com uma voz tão doce e de um jeito tão sutil, que eu senti vontade de abraçar a tela do computador. Outro fato que me chamou bastante atenção foi as ultimas cenas onde Jack pede para que a mãe volte com ele até o cativeiro para fazer uma visita. Mesmo contrariada, Joy vai com o filho até o local para definitivamente enterrar tudo o que aconteceu naquele maldito lugar. A cena também é emocionante. 

E assim acaba o filme. Acredito que vale muito a pena assistir e ler o livro também. Fiquei extremamente tocada pela história, não porque ela é triste, mas porque ela é real, todos os dias em algum lugar do mundo uma mulher é sequestrada, feita de refém, estuprada e na pior das hipóteses passa por essas três coisas. Felizmente no filme a jovem voltou pra casa, o maldito estuprador e sequestrador foi preso, mas nem sempre é assim. Acho que a possibilidade disso estar tão próximo de mim, de nós, de qualquer mulher foi o que mais me emocionou. Acho que nada que eu escreva vai conseguir expressar, mas deixo aqui essa indicação. Assista e reflita sobre o que podemos fazer para que isso não aconteça com nenhuma de nós ou com quem amamos. Beijo e bom filme.